Caneta e Papel

(com qualquer ou nenhuma inspiração.)

Não sei se faço marketing pessoal como manda a cartilha do profissional reconhecido. Mas estes dias pensei nisso, em como uma simples mudança de posição diante das coisas e pessoas pode nos alavancar ou derrubar. E como é válido apostar no que temos de melhor, dentre os inúmeros campos de conhecimento que vamos adquirindo.
E falando nisso, segue um textículo de Max Gehringer:

A consulta de hoje é mais uma opinião pessoal de um professor universitário, sobre o tema marketing pessoal. Ele acredita, e repete isso para os seus alunos, que a competência para obter resultados é o fator que realmente importa para construir uma carreira. Marketing pessoal, ainda segundo o professor, é uma balela para vender livros e cursos.

Vou tentar explicar, com o devido respeito, porque eu penso de modo diferente. E vamos começar com o marketing em si. Numa definição bem curta, marketing é tudo aquilo que faz um produto ser conhecido, comprado pela primeira vez e recomprado sempre.

Para conseguir isso, uma empresa utiliza as chamadas ferramentas de marketing. E elas começam com o produto em si, que precisa ter a qualidade e o preço adequados ao segmento de consumidores que a empresa pretende atingir.

Só que apenas isso não basta. Não adianta ter um ótimo produto se ninguém sabe que ele existe. Aí entram a propagandapromoções de ponto de venda. E essa segunda parte é tão importante quanto a primeira.

Eu me arriscaria a dizer, sem medo de errar, que o próprio professor está usando marketing pessoal. Ele menciona, na mensagem que me enviou, uma série de artigos que ele publicou em revistas especializadas. Ao fazer isso, ele juntou duas coisas: a competência, a que ele mesmo se referiu, e a busca de uma maior visibilidade para suas idéias. E isso é marketing pessoal.

Em empresas, existem e não são poucos, funcionários muito competentes que não são considerados para promoções. E não entendem porque colegas que parecem menos capacitados, acabam sendo promovidos. A explicação é que esses colegas podem até ter um pouco menos de competência para conseguir resultados, mas eles têm um marketing pessoal muito melhor.

Eles conseguiram criar uma imagem positiva de si mesmos. E fizeram isso através da divulgação de seus resultados, de uma boa comunicação, principalmente verbal, da pré-disposição para aceitar mudanças, da disponibilidade para colaborar com quem pede e da pró-atividade para oferecer ajuda a quem precisa.

Marketing pessoal não é puxa-saquismo explícito. E nem propaganda vazia. Marketing pessoal é o que nosso professor está fazendo: divulgado e enfatizando o que ele tem de melhor a oferecer, mas sem deixar de ser o que ele é.

Max Gehringer, para CBN.

🙂

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