Caneta e Papel

(com qualquer ou nenhuma inspiração.)

Alow, mundo! E aí, blog? Como estamos?

Bom, tô bem, viva, correndo na rotina, me estressando, ganhando, perdendo, sonhando, batalhando, esquecendo e imediatamente lembrando que nada é por acaso.

Sabe Deus quantos rascunhos tenho arquivado por aqui, mas vou postar outra coisa.

Aprendi a me retirar de cena na hora exata, a enxergar além do que os olhos podem ver e a comparar palavras e ações. Palavras não são contratos, como já dizia Shakespeare.
Aprendi também que ninguém ama do dia pra noite e que uma bela face pode esconder muitos defeitos e uma dura verdade.
Aprendi que homens são homens e não deixam de sê-los, mesmo diante de situações inusitadas. Por outro lado, gente dissimulada é perigosa e respeito e consideração são virtudes para poucos.
Aprendi que uma história de amor é escrita a dois. Se você não sente que seja dessa forma, simplesmente deixe de escrever. Não existe protagonista único em um romance.
Suas dores são só suas, ninguém mais as sente. Suas limitações e inseguranças também, ou aprende a lidar com elas ou elas darão o rumo que bem entenderem para as coisas. Na vida tudo é passageiro e não existe ninguém, nem nada insubstituível. Você é substituível.
Aprendi também que ser feliz depende de você. Só de você. Seja feliz sempre, com platéia ou sem. Às vezes ser feliz com você mesmo já basta.
Inevitavelmente, por vezes você deixará de enxergar o que todos à sua volta vêem. Não se sinta mal por isso, viver tem dessas coisas.
Amigos conseguem ver em quantos pedacinhos seu coração está partido, mesmo que seus olhos e seu sorriso digam o contrário.
Nem sempre quem cala, consente. Às vezes o silêncio responde mais perguntas do que milhares de frases juntas. Às vezes não dizer nada é o único caminho.
A intensidade supera o tempo e que a vida é feita de ciclos. Ah! E o mundo dá voltas. O planeta Terra gira em torno do Sol e em torno de si mesmo. Inevitavelmente um dia estamos em cima, outro embaixo. Não se pode acreditar em tudo o que as pessoas dizem por aí, o mundo dos adultos é cheio de malícias e cada um dança de acordo com a sua própria música.
Tenho defeitos, não são poucos. Mas prefiro a verdade crua que a omissão em banho-maria.
Aprendi acima de tudo, que sorrir ainda é o melhor remédio. Que paciência exige muita prática e que é errando que se aprende. Nada na vida vem fácil. O que vem fácil, vai embora fácil também. Existem pessoas que agem por conveniência, amam por conveniência e são felizes (aparentemente) por conveniência.
Sou toda amor e quem enxuga lágrimas, não tem tempo de derramá-las. Sou feliz assim, do meu jeitinho, cada dia de uma vez.

(por pontodeinterrogacao em Junho 24, 2008.)

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