Caneta e Papel

(com qualquer ou nenhuma inspiração.)

..quero falar que está passando. Que ainda suspiro ouvindo algo, que ainda tenho aquela sensação do sonho abafado, mas é nesse sufoco que vou me fortalecendo. Já nem quero mais entender nada, chega.

Não me arrependo um grama das minhas tentativas (esse é o meu orgulho besta).

No entanto, se pudesse abdicar de algo, jogaria no lixo o meu lado iludido. Na maioria das vezes, são as ilusões que me deixam cega. E isso nunca foi bom pra mim. A banda podre do que tenho de melhor.

Chega de ilusões na minha vidinha!

E, sim, mais uma vez me dei conta do ‘nada é fácil’. Mas também de que ‘nenhuma porta se fecha sem que uma janela seja aberta’. Creio fielmente nisso. Que as janelas abertas sejam na proporção de cada porta que se fechou. E me faça esquecer, inclusive, das maçanetas capengas com as quais tive de lutar.

Tá, alguém já me disse para não ser precipitada. Porém, com constatações contínuas, é difícil ficar em cima do muro, difícil tapar sol com peneira furada. Principalmente quando todas as chances foram dadas, todos limites atingidos, tudo em vão, tudo por nada em troca.

E desse jeito o barco vai correndo pelo rio afora, sem nenhuma gota de minhas lágrimas a mais.

Já joguei todas minhas pérolas aos porcos.

Chegou a hora de recolher tudo de volta.

Tudo. ;}

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