Caneta e Papel

(com qualquer ou nenhuma inspiração.)

…que saudades de ti, caramba. Eu não queria, sabe? Tô fugindo há tanto tempo disso. Há tanto tempo que não sabia o que é ser – docemente – surpreendida. Tomar de assalto meu coração? Aha, não deixo, não! (Se bem que não tem como não querer ‘viver você’, putz!). E mesmo com todos os problemas e todas as buscas diárias, que me pedem atenção total, é difícil não deixar escapar um pensamento que seja sobre você. E dá saudades. Do teu sorriso lindo e daqueles dois buraquinhos que surgem junto com ele. Do teu olhar que penetra e foge em seguida. Dos teus olhos fechados sentindo o maracujá nas minha mãos, no meu braço, no antebraço… Do teu jeito nada medroso de falar teus segredos na minha frente. Das mãos que falam quando a boca cala. Dos braços que me cabem, assim, todinha num abraço. Do cheirinho de naturalidade que me assusta. Da aparência de menino que quer colo.. e desarma. Da experiência que conversa direitinho com a minha. Saudades, até, das ironias que brinca com as minha idéias. E mesmo que eu queira fugir ,até nos sonhos você vem e diz: ‘eu te conheço!’… ‘Rum, conhece nada!’ – ainda respondo atrevida – ‘Se conhecesse mesmo não me deixaria assim’. Nunquinha… ‘Ai, esse meu burro que só gosta de se amarrar em lugar difícil…'”

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