Caneta e Papel

(com qualquer ou nenhuma inspiração.)

Na mesma semana, a terceira situação de descrédito com relação a minha pessoa. Cobranças que pensei terem ficado no passado, exigências de uma perfeição que não possuo.

Tô aqui pensando no que fazer. Lá do quarto, de repente, vieram palavras duras que me deixaram sem chão por algum momento (rum… pra variar..). Não sei se choro, se dou uma gargalhada abusada, se respondo brutamente, se quebro o mini-ventilador ao meu lado ou se permaneço do jeito que estava até decidir vir escrever: parada, olhando pra apostila de materiais.

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Certas coisas me assombram. Volta e meia resolvem vir me atormentar seja lá qual for o meio de me atingir. Agora, por exemplo, me vêem a cabeça o pensamento deprimente de que liberdade, vitória, busca, fracasso, tentativas, erros, alegria não são palavras condizentes com meu “Aurélio”.

E se fosse, realmente, aquilo que julgam? Talvez ficasse mais fácil engolir estes sapos. Mas, ao contrário, é bem difícil. Principalmente porque me auto-critico e, dada a parcialidade, sei que não sou um caso perdido, assim como estou longe da perfeição que querem.

Satisfaço a mim ou aos outros? A falta de egoísmo sempre me traz esse pepinão.

Lá vou eu tentar reverter tantas palavras dolorosas em crescimento. Afinal, tudo isso é para meu bem. Imagine se fosse para o mal.

Espero que ao menos Ele ainda aposte em mim.

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